🌿🍞🌿NOVA TURMA – CURSO PÃES QUE CURAM – 18/11

Nos emocionamos toda vez que preparamos à mão a apostila desse curso tão especial. Isso porque ele mexe com elementos muito importantes: grãos ancestrais, ingredientes mais saudáveis, uma preparação em fermentação natural e slow food. Além disso, a primeira receita é um verdadeiro reencontro com a ancestralidade e é sempre um prazer trazer isso à tona, junto com minha super parceira e irmã de alma Cristiane Ayres Cunha da Motta. Vou contar um pouco dos meus caminhos e conhecimentos de Montalegre, passar todo conhecimento sobre a Gastronomia Floral e tradição oral que me foi transmitida pelos meus antepassados. A Cris Ayres também possui uma história linda de família italiana, conhecimento de ervas e benzimento, o que torna esse curso realmente mágico, e vai trazer o ensinamento do pão medieval e curativo com ervas, e do pão hóstia de benzimento, usado para cura do mal.
Os alunos vão receber, além de uma apostila super especial, o fermento natural e muitas instruções, para usar os pães em processos curativos, associados às flores comestíveis, pedras terapêuticas, ervas e essências florais. 🌿🌼🍞

{NOSSO ENCONTRO}

18 de novembro 2017
9h30 às 13 h no Raiz Life.

{INFORMAÇÃO E INSCRIÇÃO}

gastronomiafloral@gmail.com

As vagas são poucas e já existe uma fila de espera. Então, mande logo seu e-mail! 

{UM POUCO DE NÓS…}

Rachel Lopes e Cris Ayres se reencontraram depois de muito e muitos anos em um curso de ervas. Ambas tem um conhecimento da sua ancestralidade europeia e por isso vão estar com vocês ensinando a mágica cozinha dos pães.

Duas mulheres, agora mães, que passam para seus filhos este conhecimento em forma de amor e cura e que vao compartilhar com pessoa que queiram estar em contato com toda a história deste alimento sagrado.

Nossas mães e avós e bisas nos ensinaram que o alimento sempre foi sagrado, deles eram feitos remédios caseiros para curar de algum mal.

Neste curso vamos ensinar a fazer pães que curam, pães artesanais, com ervas, com reza e benzimentos medieval.

Ensinaremos a fazer fermentação natural e cada aluno levará o seu para casa.

Um pouco da mágica história.

Supõe que o pão tenha surgido há 12 mil anos na Mesopotâmia juntamente com o cultivo do trigo. Eram feitos de farinha misturada com o fruto do carvalho. Os primeiros pães eram achatados, duros, secos e muitos amargos. Para ser ingerido, o pão era lavado várias vezes em água fervente e depois era assado sobre pedras ou embaixo de cinzas.
O primeiro pão assado em forno de barro foi a 7000 a.C. no Egito, que mais tarde descobriram o fermento. O pão chegou à Europa em 250 a.C. sendo preparado em padarias, mas com a queda do império romano, as padarias fecharam e o pão teve que ser feito em casa e aqui comeca a magica cozinha alquímica e medieval.

A Mágica cozinha medieval é uma combinação de alimentos, de hábitos alimentares e de cultura local.

E porque é chamada de Cozinha Medieval? Devido aos métodos da culinária das várias culturas européias durante a Idade Média, um período datado aproximadamente do século V ao século XV.

Durante este período, as dietas e a culinária mudaram em toda a Europa, e esse foi o marco importante da história. Essas mudanças ajudaram a estabelecer as bases para a moderna cozinha européia, mediterrânea e depois a gastronomia difundida em todo o mundo.

O pão era o alimento básico, como havíamos falado anteriormente, o pão era utilizado para cura, seguido por outros alimentos fabricados a partir de cereais, como o mingau e as massas.

A dependência de trigo permaneceu grande ao longo da época medieval, e com o crescimento do Cristianismo, espalhou-se para o norte. A centralidade do pão em rituais religiosos, como a Eucaristia, significava que ele gozava de um elevado prestígio entre gêneros alimentícios, mas vamos relembrar nosso texto anterior, assim como o sal e a água em rituais cristãos, tiveram seu inicio em templos pagãos então o pão usado em rituais cristãos têm sua analogia feita em rituais de pães pagãos e curandeiras.
Apenas o azeite e o vinho tinham um valor comparável, mas permaneceram muito mais restritos fora das regiões mais quentes onde cresciam uvas e olivas. O papel do pão como símbolo de sustento.

Do século VIII ao século XI, a proporção de vários cereais aumentou de meros de ¼ para ¾ de, e o pão continuou o produto básico da maior parte da Europa por muito tempo e até chegar à era moderna.

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